A Apple continua a reforma de sua linha de computadores, que vão aos poucos deixando de lado os processadores Intel para adotar o Apple Silicon. Depois da estreia no MacBook Air, no MacBook Pro de 13 polegadas e no MacMini, em 2020, um novo notebook foi apresentado nesta segunda-feira (18). Além de ganhar o M1 Pro e o M1 Max, os dois chips da nova geração, sua tela cresceu para 14 polegadas e ganhou a tecnologia mini-LED. E esse é só o começo das mudanças.
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O fim da Touch Bar, a volta do MagSafe
O MacBook Pro de 14 polegadas também marca a aposentadoria da Touch Bar, a pequena tela sensível ao toque logo acima do teclado que prometia acrescentar funções úteis aos aplicativos. No lugar dela, está de volta a boa e velha linha de botões de função.
Sai a Touch Bar, volta o MagSafe: o nome, que já havia sido reabilitado no iPhone 12, também retorna aos notebooks, com um novo carregador magnético. Ele tem como grande vantagem conectar e desconectar com facilidade do aparelho — assim, se alguém tropeçar no fio, o laptop não vai para o chão.
Outra novidade que deve agradar muita gente é que o laptop ganhou mais portas e conectores: tem uma HDMI, três USB-C/Thunderbolt e até um leitor de cartões SD. É possível conectar até dois monitores XDR Pro Display no modelo com o M1 Pro e três no modelo com M1 Max. Um ponto positivo na conectividade é a chegada do Wi-Fi 6.
E, na era das reuniões remotas, a câmera do MacBook Pro também ganhou um reforço: agora ela tem a resolução de 1080p.
Uma tela maior e com mais resolução
A MacBook Pro de 14 polegadas também marca um novo design na linha, com laterais mais retas. Também não há mais logo debaixo da tela, o que permitiu que ela ocupasse a maior parte do espaço, de um jeito bem parecido com o iPad Pro. Até por isso, a tela cresceu, mas o notebook continua sendo bem compacto, com dimensões próximas ao modelo anterior, de 13 polegadas. E também tem um notch para abrigar as câmeras.
A resolução também ficou maior: como já havia sido antecipado no código do macOS Monterey beta, a tela de 14 polegadas tem 3.024 x 1.964 pixels. A densidade também cresceu e foi de 226 ppi para 250 ppi. Isso foi possível, em parte, porque a Apple adotou a tecnologia mini-LED. Não é o primeiro produto da marca a contar com o recurso — o iPad Pro de 12,9 polegadas já tem um display desse tipo.
Além disso, a nova tela tem 120 Hz de frequência de atualização, o que deve melhorar a aparência dos gráficos. O recurso se adapta ao conteúdo que o usuário está visualizando, para economizar bateria.
Novo chip M1 Pro e mais núcleos na GPU
A Apple começou sua transição para processadores próprios com o M1, lançado no fim de 2020 e presente no MacBook Air, no Mac Mini, no MacBook Pro de 13 polegadas e no iMac de 24 polegadas. Agora é a vez da segunda geração.
Como grande novidade, ele vem com dez núcleos, sendo oito de alta performance e duas de economia de energia. Em comparação, o M1 tem oito núcleos, sendo quatro voltados para desempenho e quatro para eficiência. A promessa é de um desempenho de CPU 3,7 vezes maior que os modelos com Intel Core i7.
O desempenho terá o reforço de um novo design térmico, que garante uma circulação de ar 20% maior mesmo quando as ventoinhas estão em velocidade baixa.
O MacBook Pro de 14 polegadas também terá mais potência na unidade de processamento gráfico. O novo laptop tem versões com GPUs de 14, 16, 24 e 32 núcleos — as duas primeiras para o M1 Pro, as duas últimas para o M1 Max. Outra novidade está na RAM, que agora pode ter até 64 GB no M1 Max e 32 GB no M1 Pro.
Preço e disponibilidade
O novo MacBook Pro de 14 polegadas com chips M1 Pro e M1 Max começa a ser vendido hoje no exterior por a partir de US$ 1.999. Por aqui, os preços começam em R$ 26.999, mas a opção “Colocar na sacola” na loja virtual da Apple ainda não está habilitada. O valor pode chegar a R$ 78.298,80, com todas as opções máximas selecionadas.
Texto em desenvolvimento
MacBook Pro de 14 polegadas ganha chips M1 Pro e M1 Max e tela mini-LED
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